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Brasileirão está entre as 10 ligas com mais estrangeiros

O Brasileirão ocupa a 9ª posição mundial em número de estrangeiros. Entenda os dados e a nova regra de redução da CBF. Confira agora os detalhes.

O Brasileirão figura atualmente como a nona liga com maior presença de jogadores estrangeiros em todo o planeta. De acordo com dados levantados pelo portal Transfermarkt, a competição nacional brasileira conta com 25% de atletas vindos de outros países em seus elencos.

A liderança deste ranking global pertence à Premier League, na Inglaterra. O torneio inglês se destaca por possuir um volume expressivo de jogadores estrangeiros, totalizando 391 atletas de um universo de 543 inscritos, o que representa 72% do total.

É importante notar que os critérios da liga inglesa são específicos. Eles consideram não apenas a nacionalidade, mas também a formação do atleta. O regulamento local estabelece que cada equipe pode registrar, no máximo, 17 jogadores que não tenham passado pelas categorias de base do país por temporada.

O cenário do Brasileirão e o ranking mundial

A presença de atletas internacionais no futebol brasileiro tem sido um tema central de debates recentes. Enquanto o país ocupa a nona colocação, outros mercados tradicionais aparecem à frente na lista, como a Serie A italiana e a MLS, nos Estados Unidos.

Confira abaixo a lista das dez ligas com maior índice de estrangeiros:

Premier League (Inglaterra): 72% (391 de 543) Serie A (Itália): 69% (398 de 580) MLS (Estados Unidos): 61% (526 de 869) Brasileirão (Brasil): 25% (168 de 669) Além disso, o debate sobre a utilização de jogadores estrangeiros ganhou força após uma decisão importante da CBF. Os clubes das Séries A e B aprovaram uma proposta para reduzir gradualmente o limite de atletas de fora relacionados para as partidas.

Atualmente, as equipes podem relacionar até nove jogadores estrangeiros por jogo. Contudo, a nova regra, que entra em vigor a partir de 2027, visa diminuir esse número até chegar ao limite de cinco atletas por partida até o ano de 2030.

O objetivo principal da entidade com essa alteração é fomentar o espaço para atletas formados nas categorias de base nacionais. A participação desses jovens jogadores sofreu uma redução notável nos últimos anos, o que motivou a mudança regulamentar.

Vale ressaltar que a votação não foi unânime entre os times brasileiros. Bahia e Flamengo se posicionaram de forma contrária à proposta de redução, mantendo o debate aceso nos bastidores da categoria de futebol profissional. Para acompanhar mais atualizações sobre o mercado da bola, acesse nossas últimas notícias .

Fonte: ge.globo.com