Com Plano de Mobilidade Urbana, Sinop se prepara para a frota dos próximos 10 anos
Suporte TI · 12 de janeiro de 2026
Com Plano de Mobilidade Urbana, Sinop se prepara para a frota dos próximos 10 anos
Com Plano de Mobilidade Urbana, Sinop se prepara para a frota dos próximos 10 anos Expansão populacional, força econômica regional e novos investimentos em mobilidade urbana sustentam a projeção de mais de 330 mil veículos em circulação até 2035 A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Segurança e Trânsito, projeta um crescimento de cerca de 81% na frota de veículos circulando nas vias públicas do município nos próximos 10 anos. O aumento tem como base o acelerado crescimento populacional anual da cidade — compilado a partir de dados dos últimos anos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — e o desenvolvimento da região Norte de Mato Grosso. O setor de planejamento da Secretaria de Segurança e Trânsito trabalha com a projeção de que, na próxima década, mais precisamente em 2035, Sinop deverá alcançar uma frota de 330.626 veículos. O número é altamente relevante para um município que no final da próxima década terá apenas 61 anos de existência e se destaca no cenário regional, estadual e até nacional em diversos setores, principalmente no econômico — fatores que fomentam seu desenvolvimento em várias áreas, com destaque para o crescimento populacional. Outro dado relevante para a projeção da próxima década é a importância comercial e econômica da cidade, que se consolidou como referência para 32 municípios da região Norte de Mato Grosso e até do Sul do Pará. Esse cenário atrai uma população volante significativa — aquela que visita diariamente o município em busca de negócios —, aumentando ainda mais o número de veículos circulando nas vias municipais. A Prefeitura estima essa população volante e/ou flutuante entre 50 e 60 mil pessoas por dia. “Nosso município, por se destacar na região Norte de Mato Grosso e no Sul do Pará, atrai muitas pessoas em busca de negócios comerciais. O número de automóveis que circulam diariamente em nossas ruas e avenidas é gigantesco, além do crescimento da frota própria, que todos os anos supera as expectativas. Esses são dados que a Secretaria recebe, analisa, compila e leva em consideração para projetar o trânsito da próxima década”, comentou o secretário de Segurança e Trânsito, Wesney Sodré. Para organizar e absorver toda essa demanda, a Secretaria tem se orientado por três eixos principais: aumento da capacidade viária e da fluidez, hierarquização e especialização das vias e gestão inteligente do tráfego urbano. As primeiras ações da pasta fundamentam-se na modernização do controle de fluxo, com a implementação de sistemas semafóricos e o fechamento de cruzamentos secos — aqueles que ocorrem entre ruas e avenidas sem nenhum dispositivo de controle de tráfego, como rotatórias, por exemplo. Com base na atualização do Plano Diretor, o município desenvolveu o Plano de Mobilidade Urbana, que elenca as prioridades de investimentos para reduzir ou amenizar os impactos dos pontos considerados críticos. No planejamento, ao menos 18 cruzamentos são considerados passíveis de investimentos para a implantação de dispositivos de controle de tráfego. São cinco cruzamentos no eixo da Avenida das Figueiras, três no eixo da Avenida dos Tarumãs, três no eixo da Avenida Dom Henrique Froelich/Avenida André Maggi e outros sete em pontos diversos do município, como, por exemplo, a Avenida das Itaúbas com a Avenida das Embaúbas e a Rua das Caviúnas com a Avenida das Acácias. “Essas são ações de curto prazo e já se encontram em andamento no município”, esclareceu Sodré. Como exemplo, há menos de dois meses a Prefeitura inaugurou o controle de tráfego por meio de semáforo no cruzamento da Avenida André Maggi com a Avenida dos Pinheiros — um local considerado crítico e com alto fluxo de veículos, por interligar diferentes regiões da cidade. O equipamento é moderno e classificado como “semáforo inteligente”, pois funciona com quatro rotações, possibilitando conversões em determinados sentidos dentro do seu núcleo de atuação. As intervenções de médio e longo prazo consistem em modificações