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Comissão técnica do Botafogo: Tite detalha divisão de

Tite detalha como organizou a comissão técnica do Botafogo, mesclando nomes de confiança e profissionais do clube. Confira agora a estratégia do treinador.

comissão técnica do Botafogo — A chegada de Tite ao comando do Botafogo trouxe uma nova dinâmica de trabalho, focada na integração entre profissionais de sua confiança e talentos que já integravam o clube. O treinador optou por não realizar uma reformulação completa, mantendo nomes como Rodrigo Bellão, ex-técnico do sub-20, e o auxiliar Marcelo “Fera” Salles na estrutura profissional.

Além dos profissionais que já conheciam o elenco, o técnico trouxe Matheus Bachi, seu auxiliar, e o preparador físico Fábio Mahseredjian. A estratégia, segundo o comandante, visa aproveitar o conhecimento prévio dos funcionários da casa para potencializar o desempenho da equipe. Dessa forma, ele distribui as demandas mantendo a palavra final em todas as decisões estratégicas.

comissão técnica do Botafogo

Tite destacou que a escolha por manter profissionais locais não é apenas uma questão de logística, mas de valorização técnica. O treinador ressaltou o perfil acadêmico e a vivência de seus auxiliares, elementos que ele considera fundamentais para o desenvolvimento do modelo de jogo alvinegro. Confira abaixo os pilares dessa integração:

Matheus Bachi: Auxiliar com maior proximidade das ideias táticas do treinador. Rodrigo Bellão: Profissional jovem, acadêmico e com domínio de ferramentas tecnológicas. Marcelo “Fera” Salles: Auxiliar que garante a continuidade e o conhecimento do elenco. A dinâmica de trabalho no dia a dia é dividida conforme as fases do jogo. Tite estabelece os princípios do modelo de jogo e a estratégia para cada confronto, enquanto os auxiliares se dividem entre a organização ofensiva, defensiva, construção e bola parada. Contudo, essa divisão não é estática.

O treinador explicou que a alternância de funções é proposital. O objetivo é garantir que todos os membros da comissão possuam uma linguagem comum e compreendam o funcionamento integral da equipe. Portanto, os responsáveis por cada setor podem ser alterados periodicamente para manter a sintonia do grupo.

Um exemplo prático dessa metodologia ocorreu na estreia contra o Mirassol. Na ocasião, Rodrigo Bellão ficou responsável pelo comando da bola parada, tendo autonomia para realizar ajustes pontuais. Tite, por sua vez, afastava-se momentaneamente para permitir a intervenção direta do auxiliar, integrando-se à conversa apenas em momentos específicos.

Esta Data Fifa representa um período crucial para o treinador. Após ter tido apenas dois dias de preparação antes de sua estreia, o técnico agora utiliza o tempo disponível para implementar suas ideias de forma mais profunda. Para acompanhar mais detalhes sobre o clube, acesse a categoria de esportes do nosso portal.

Fonte: ge.globo.com