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Corinthians paga R$ 8 milhões e quita parte das dívidas com

O Corinthians paga R$ 8 milhões para abater dívidas com a União e evitar rescisão de acordo tributário. Confira agora os detalhes financeiros do clube.

O Corinthians paga R$ 8 milhões aos cofres da União, buscando regularizar parte das parcelas que estavam em atraso referentes a um acordo firmado com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A medida representa uma tentativa da diretoria de sanar as pendências financeiras que acumularam inadimplência nos últimos quatro meses.

Apesar do depósito realizado, o clube ainda enfrenta desafios significativos com o fisco. O pagamento efetuado contemplou exclusivamente as pendências da dívida previdenciária. Por outro lado, os débitos de natureza não previdenciária permanecem em aberto.

Corinthians paga R$ 8 milhões

O montante total das pendências não previdenciárias, que seguem sem pagamento desde junho, atinge a marca de R$ 19.318.464,72. Em contato com a imprensa, a gestão alvinegra reforçou que atua intensamente para solucionar esse passivo o mais breve possível. Veja mais detalhes na categoria de esportes.

Em fevereiro de 2026, o clube do Parque São Jorge formalizou um acordo estratégico com a União. O pacto garantiu um desconto de 46% sobre o montante original, reduzindo uma dívida tributária de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. O cronograma de pagamento foi estabelecido para um período de quase 20 anos.

A estrutura do acordo prevê prazos distintos para diferentes tipos de débitos:

120 prestações destinadas aos débitos não previdenciários; 60 prestações voltadas para os débitos de natureza previdenciária. Após honrar as quatro primeiras parcelas dentro do cronograma, o clube enfrentou um período de instabilidade financeira. Esse cenário resultou no atraso das quatro prestações subsequentes. Em agosto, a PGFN notificou oficialmente a instituição sobre a inadimplência.

É importante destacar que o contrato assinado entre as partes contém cláusulas rigorosas. A falta de pagamento de três parcelas, sejam elas consecutivas ou alternadas, configura hipótese de rescisão do acordo. Portanto, a regularização parcial é vista como um passo essencial para manter a validade do compromisso firmado com o governo federal. Para acompanhar as últimas notícias sobre o dia a dia do clube, continue atento às nossas atualizações.

Fonte: ge.globo.com