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Operação Chave Mestra investiga funcionário da Caixa por fraude

Carlos Almeida · 06 de novembro de 2026

Operação Chave Mestra investiga funcionário da Caixa por fraude

A Polícia Federal deflagrou a Operação Chave Mestra para apurar fraudes cometidas por um funcionário da Caixa em Canarana. Confira os detalhes agora.

A Operação Chave Mestra foi deflagrada nesta quinta-feira (5) pela Polícia Federal com o objetivo de desarticular um esquema de fraudes bancárias. O principal alvo da ação é um funcionário da Caixa Econômica Federal lotado em Canarana, município localizado a 651 km de Cuiabá.

Durante a operação, agentes federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal de Barra do Garças e executadas em endereços ligados ao suspeito.

Detalhes da Operação Chave Mestra

Além disso, As investigações começaram após a própria instituição financeira comunicar o caso às autoridades. O banco identificou movimentações atípicas em contas de clientes, que estavam vinculadas ao uso indevido de credenciais e falhas em procedimentos internos.

Conforme o apurado, o investigado utilizava sua posição privilegiada para realizar diversas ações ilícitas sem o consentimento dos correntistas. Entre as práticas identificadas, destacam-se:

Cadastro e solicitação de novas senhas bancárias; Vinculação e desbloqueio de cartões de crédito; Realização de saques, compras e transferências não autorizadas. Portanto, Além disso, as autoridades apontam que o servidor teria tentado obstruir a investigação. Há indícios de que ele interferiu no sistema de videomonitoramento da agência bancária para ocultar as irregularidades.

A Polícia Federal trabalha agora para dimensionar o prejuízo total causado às vítimas. Até o momento, a extensão dos danos patrimoniais segue sob análise, e novas vítimas podem ser identificadas no decorrer do inquérito.

O objetivo das medidas judiciais é reunir provas robustas, esclarecer o destino dos valores desviados e verificar se existem outros envolvidos no esquema. Para mais informações sobre o caso, acompanhe as últimas notícias em nossa categoria de segurança pública.

Os fatos são investigados, em tese, como crimes de peculato, furto e inserção de dados falsos em sistemas de informação. A polícia não descarta que outras infrações penais sejam configuradas conforme a análise dos materiais apreendidos.

Fonte: rdnews.com.br

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