Perícias confirmam violência sexual contra presa em delegacia de Sorriso
Suporte TI · 13 de fevereiro de 2026
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou, por meio de exames de DNA, que o investigador da Polícia Civil Manoel Batista da Silva, de 5 A
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou, por meio de exames de DNA, que o investigador da Polícia Civil Manoel Batista da Silva, de 5
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou, por meio de exames de DNA, que o investigador da Polícia Civil Manoel Batista da Silva , de 52 anos, cometeu violência sexual contra uma mulher detida na Delegacia de Sorriso.
O laudo definitivo, que identifica o servidor como autor do crime, foi concluído após a análise de material biológico coletado na região íntima da vítima.
A investigação pericial foi composta por duas etapas complementares. O primeiro exame, feito pela Politec de Sorriso três dias após o crime, não havia detectado sinais externos de agressão física.
No entanto, a análise aprofundada realizada pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, em Cuiabá, foi contundente ao encontrar o perfil genético do policial no material colhido, comprovando a conjunção carnal.
O diretor-geral da Politec, Jaime Trevizan Teixeira, ressaltou que a ausência de marcas visíveis no exame inicial não é suficiente para descartar um abuso.
“ Com as amostras analisadas em laboratório, confirmamos a ocorrência do crime através da presença do DNA do agressor. A Medicina Legal só encerra as investigações após essa complementação “, explicou o diretor, reforçando que o trabalho técnico foi fundamental para desmascarar a violência sofrida pela presa.
Em nota, a Politec reiterou que sua atuação é estritamente técnica e imparcial, reafirmando o compromisso com a verdade dos fatos e a proteção da vítima.
O caso agora segue com a prova material para a responsabilização criminal do investigador Manoel Batista da Silva.
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Entenda o caso
A denúncia veio à tona após uma jovem de 24 anos, presa temporariamente por 3 dias sob suspeita de homicídio, ser colocada em liberdade.