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Polícia Civil intensifica ações de combate à violência doméstica e familiar em 2025

Suporte TI · 08 de dezembro de 2025

Polícia Civil intensifica ações de combate à violência doméstica e familiar em 2025

Polícia Civil intensifica ações de combate à violência doméstica e familiar em 2025

Polícia Civil intensifica ações de combate à violência doméstica e familiar em 2025 Em 2025, a Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, desenvolveu ações importantes de alinhamento voltadas às políticas públicas e atividades preventivas no âmbito da violência doméstica e familiar. Entre as iniciativas trabalhadas, estão a implantação dos protocolos de investigação acerca da temática, capacitações, treinamentos, seminários, instalações de núcleos especializados de atendimento às mulheres e grupos vulneráveis, planejamento e coordenação da operação policial Shamar. Protocolos de Investigação Através da Resolução nº 116/2025, houve a instituição de dois protocolos que regulamentam a atuação e os procedimentos relativos à apuração de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher, sob a perspectiva de gênero e de crimes contra a dignidade sexual. A normativa traz o aperfeiçoamento e a padronização dos atendimentos, desde o primeiro acolhimento, da formalização de registro de boletim de ocorrência, nas requisições de perícias, na articulação com a rede de proteção, na retirada de pertences e cuidados relacionados ao cumprimento de decisão judicial, visando também garantir a segurança jurídica aos policiais. Capacitações Neste ano, 890 policiais civis, entre delegados, escrivães e investigadores, foram capacitados para atendimento de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher e violência sexual. As qualificações foram ministradas pela Academia de Polícia Civil (Acadepol), em parceria com a Coordenadoria da Mulher e Vulneráveis. Foram realizados cursos de introdução à investigação de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher com perspectiva de gênero – EAD; curso de formação técnico-profissional para investigação de crimes contra a mulher; seminários sobre investigação de crimes cometidos contra mulheres por razões de gênero, além de encontros institucionais para debate sobre o tema. Núcleos Especializados de Atendimento à Mulher e Vulneráveis São estruturas de acolhimento humanizado que estão em consonância com as diretrizes instituídas pelo Ministério da Justiça, por meio do Caderno Temático de Referência, que instituiu a padronização nacional das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher. O espaço físico diferenciado surgiu diante da dificuldade de ampliação de delegacias especializadas de defesa da mulher, sendo uma estratégia imediata de atendimento especializado às vítimas de violência doméstica e familiar. Os núcleos são mais do que ambientes especializados de atendimento; configurando-se em um local confortável, seguro, dotado de brinquedotecas para crianças que acompanham suas mães, e com lotação de policiais capacitados. De acordo com a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Mariell Antonini, a Polícia Civil compreende a importância do trabalho realizado pelas unidades especializadas, bem como preconiza que essas boas práticas de capacitação dos servidores, desenvolvimento do trabalho em rede e melhor estruturação predial são o caminho adequado para se evoluir na prevenção e enfrentamento à violência de gênero. “O Governo do Estado tem dado todo apoio para essa implantação dos núcleos especializados de atendimento à mulher e vulneráveis, sendo possível instituir essa estrutura mínima nas unidades policiais para desenvolvimento dos trabalhos investigativos correlatos”, destacou a coordenadora. “Assim, por meio dos Decretos n. 1.193, de 23 de dezembro de 2024, e 1.404, de 03 de abril de 2025, foram criados 28 núcleos especializados, os quais estão vinculados às delegacias, com espaços individualizados de acolhimento, dotados com brinquedotecas que possam acomodar infantes que eventualmente acompanhem suas genitoras e com profissionais capacitados para o atendimento”, completou Mariell Antonini. Foram criados 28 núcleos, distribuídos no Estado da seguinte forma: nas

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