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População cobra explicações de Presidente Lula e DNIT sobre gastos na BR-158 sem asfalto; DNIT rebate críticas

Suporte TI · 23 de fevereiro de 2026

População cobra explicações de Presidente Lula e DNIT sobre gastos na BR-158 sem asfalto; DNIT rebate críticas

As suspeitas surgiram à tona após levantamento divulgado pelo portal Agência da Notícia, que questionava valores de contratos, execução de serviços e possíveis

As suspeitas surgiram à tona após levantamento divulgado pelo portal Agência da Notícia, que questionava valores de contratos, execução de serviços e possíveis aditivos emergenciais nos últimos anos. Estimativas locais indicam que os gastos com manutenção e intervenções podem ultrapassar R$ 100 milhões no período. Entre os pontos levantados, estão descontos expressivos nas licitações, dúvidas sobre a exequibilidade de propostas vencedoras e questionamentos sobre a execução dos serviços, além da situação recorrente de trechos interditados por atoleiros, especialmente durante o período chuvoso. Diante da repercussão, o DNIT afirmou que repudia as suspeitas e reforçou que todos os processos seguem a legislação vigente, sendo submetidos aos órgãos de controle e fiscalização. O órgão também destacou que a continuidade e intensificação dos serviços dependentes do repasse de recursos do Orçamento Geral da União. Segundo o departamento, as chuvas intensas na região impactam diretamente o cronograma das instruções e controlam o ritmo das obras por questões técnicas e de segurança operacional. O DNIT informou ainda que a Superintendência Regional de Mato Grosso realizou reunião com a Direção Nacional para tratar da liberação de novos recursos, com expectativa de descentralização orçamentária após o período do Carnaval. Em relação à BR-158, o órgão destacou que segue executando a obra do contorno da Terra Indígena Marãiwatsédé, pertencente à etnia Xavante, e que os serviços estão concentrados atualmente nas 12 milhas iniciais devido às condições climáticas. Já na BR-242, o DNIT afirmou que pretende intensificar a manutenção do trecho não pavimentado assim que liberar liberação de recursos federais, melhora a trafegabilidade e a segurança dos usuários. O órgão reforçou ainda que permanece à disposição da sociedade e dos órgãos de controle para prestar esclarecimentos e reiterou o compromisso com a melhoria da infraestrutura rodoviária federal na região do Araguaia. *NOTA OFICIAL* O DNIT informa que repudia veementemente as informações divulgadas em reportagem recente que levantam suspeitas sobre a condução de contratos e serviços de manutenção nas rodovias federais BR-158 e BR-242, na região do Araguaia. O DNIT reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos, destacando que todos os processos licitatórios e contratuais seguem rigorosamente a legislação vigente e são submetidos aos mecanismos de controle e fiscalização dos órgãos competentes. O DNIT esclarece ainda que aguarda o repasse de recursos do Orçamento Geral da União para retomar o ritmo das obras e intensificar os serviços de manutenção. Ressalta-se que o período atual corresponde à fase de maior volume de chuvas intensas na região, condição que impacta diretamente o cronograma e reduz o ritmo das instruções por razões técnicas e de segurança operacional. Informa ainda que a Superintendência Regional de Mato Grosso realizou reunião com a Direção Nacional do DNIT para tratar da liberação de novos recursos destinados à manutenção de trechos não pavimentados e ao avanço das obras estruturantes. A expectativa é de que, após o período do Carnaval, haja uma descentralização orçamentária necessária para intensificar os serviços. BR-158/MT — Contorno da Terra Indígena Marãiwatsédé O DNIT segue executando a obra de pavimentação do contorno da Terra Indígena Marãiwatsédé, pertencente à etnia Xavante, localizada na BR-158/MT, no Estado de Mato Grosso. Em razão do período chuvoso, os serviços estão concentrados nos 12 quilômetros iniciais. A obra deverá ganhar maior ritmo ao longo deste ano, com a liberação de novos recursos para o avanço do Lote A, que já possui licença ambiental para 86 quilômetros. Em relação ao traçado que corta a reserva indígena, o DNIT esclarece que a pavimentação pelo segmento original não pode ser realizada no cumprimento da decisão judicial. Diante disso, foi adotada a solução técnica de construção do contorno

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