Rodrigo Benassi entra em campo por Pivetta e defende continuidade da gestão que transformou Mato Grosso
Carlos Almeida · 18 de junho de 2026
A filiação do prefeito de Colíder, Rodrigo Benassi, ao Republicanos representa mais do que uma mudança partidária. Entusiasta da pré-candidatura do governador O
A filiação do prefeito de Colíder, Rodrigo Benassi, ao Republicanos representa mais do que uma mudança partidária. Entusiasta da pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta à sucessão estadual, o gestor defende a continuidade do grupo político que conduziu Mato Grosso a um dos períodos de forte crescimento econômico e maior volume de investimentos públicos de sua história. Com esse posicionamento, Benassi desponta como uma das principais vozes entre os prefeitos mato-grossenses na defesa do projeto político liderado por Pivetta para as eleições de 2026. Durante o ato de filiação ocorrido na segunda-feira (15/6), Benassi afirmou que Mato Grosso “não pode voltar às mãos de quem não sabe administrar”. O prefeito sustentou que Pivetta representa a única alternativa capaz de preservar o modelo de gestão implantado pelo ex-governador Mauro Mendes, marcado pelo equilíbrio fiscal, ampliação dos investimentos públicos e execução de grandes obras de infraestrutura. A posição coloca Rodrigo Benassi entre os primeiros prefeitos do Estado a assumir, de forma aberta, um discurso de defesa da sucessão governista, num momento em que o cenário político para 2026 começa a ganhar contornos mais definidos. LEGADO DE OBRAS Para Rodrigo Benassi, a população mato-grossense experimentou nestes quase oito anos de gestão um período de crescimento sustentado graças a uma administração baseada em responsabilidade fiscal e alta capacidade de investimento. Na avaliação do prefeito, interromper esse ciclo significaria colocar em risco um robusto pacote de obras estruturantes que transformou a realidade dos 142 municípios do Estado. “O Mato Grosso não pode voltar às mãos de quem não sabe administrar. Precisamos garantir que esse trabalho tenha continuidade. O Pivetta conhece o Estado, participou diretamente das principais decisões do governo e é a pessoa mais preparada para manter Mato Grosso avançando”, afirma Benassi. Para embasar a defesa da continuidade, aliados do governo apontam o legado deixado pela gestão nos últimos oito anos, com destaque para entregas históricas em setores vitais: A Revolução na infraestrutura (7.000 km de asfalto): O programa Mais MT promoveu o maior choque de infraestrutura da história do Estado, com a pavimentação de mais de 7.000 quilômetros de novas rodovias estaduais e a restauração de outros milhares de quilômetros, integrando regiões produtoras e tirando municípios do isolamento.https://02407bda6967acde8f71a159431c0d18.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-45/html/container.html?n=0 A retomada e conclusão do VLT (BRT) em Cuiabá: A gestão destravou o imbróglio histórico das obras de mobilidade urbana em Cuiabá e Várzea Grande, substituindo o falido projeto do VLT pela implantação do sistema BRT, garantindo eficiência e economia de recursos públicos. O maior pacote de saúde da história (6 Novos Hospitais): O governo estadual descentralizou a saúde pública com a construção de seis novos hospitais regionais de grande porte (como o Hospital Central e o Hospital Júlio Müller em Cuiabá, além das novas unidades em Tangará da Serra, Juína, Alta Floresta e Confresa), reduzindo a necessidade de deslocamento de pacientes para a capital. Modernização da Educação (Escolas de Formação Integral): Centenas de escolas estaduais foram totalmente reformadas, ampliadas ou construídas do zero. O governo implementou tecnologia em sala de aula (entrega de Chromebooks e laboratórios) e expandiu expressivamente o modelo de Escolas Estaduais de Desenvolvimento Integral da Educação Básica (EDIEBs). O discurso reforça uma das principais bandeiras defendidas pelo grupo governista: a de que o Estado alcançou uma condição inédita de capacidade de investimento – saindo de uma crise financeira crônica em 2019 para nota máxima em capacidade de pagamento (Capag A) no Tesouro Nacional – sem comprometer as contas públicas. ALINHAMENTO POLÍTICO A filiação de Benassi ao Republicanos também fortalece o alinhamento político entre Colíder e o Palácio