Vereadora elogia prefeito de MT por demitir secretário petista
Carlos Almeida · 31 de outubro de 2026
vereadora elogia prefeito: A vereadora Paula Calil defendeu a demissão de secretário em Brasnorte após polêmica política. Confira os detalhes desta decisão.
vereadora elogia prefeito — A vereadora Paula Calil (PL) , que preside a Câmara Municipal de Cuiabá, manifestou apoio público ao prefeito de Brasnorte, Edelo Ferrari (União Brasil). O gestor municipal decidiu exonerar o secretário de Saúde, Weriky Victor, após o servidor celebrar a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma comunidade indígena.
A parlamentar, que durante o pleito presidencial apoiou o senador Flávio Bolsonaro (PL), comentou o episódio ao ser questionada sobre a postura de políticos que defendem a demissão de funcionários com alinhamento petista. Embora defenda o diálogo entre empregadores e colaboradores, Calil classificou a atitude de Ferrari como acertada.
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Além disso, Segundo a vereadora, o cargo de secretário municipal é de livre nomeação e exige confiança mútua. Ela argumentou que a avaliação do gestor deve considerar não apenas a capacidade técnica, mas também o comportamento do nomeado. Paula Calil afirmou que o ex-secretário não apenas expressou sua preferência política, mas teria proferido ofensas contra pessoas de direita.
Weriky Victor foi exonerado após comemorar a eleição de Lula em uma aldeia. O prefeito Edelo Ferrari justificou a demissão citando ofensas proferidas pelo ex-secretário. A vereadora Paula Calil defendeu que cargos de confiança exigem alinhamento e respeito.
Portanto, Em um pronunciamento oficial realizado na última segunda-feira (26), o prefeito de Brasnorte esclareceu os motivos da dispensa. Ferrari enfatizou que a decisão não foi motivada exclusivamente pela ideologia política do servidor, mas sim por supostos ataques verbais registrados ao final de uma gravação feita pelo ex-secretário.
O cenário político em Mato Grosso tem gerado debates intensos sobre os limites da liberdade de expressão no ambiente de trabalho. A discussão ganha contornos jurídicos importantes, especialmente quando envolve a administração pública e cargos comissionados.
Nesse contexto, órgãos de controle têm monitorado possíveis abusos. Tanto o Ministério Público do Trabalho (MPT) quanto o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) atuam para coibir práticas ilegais. Entre as condutas proibidas estão o assédio eleitoral e a pressão sobre trabalhadores devido às suas escolhas políticas.
A parlamentar reiterou que, em sua visão, o prefeito agiu dentro da legalidade ao remover um auxiliar que, segundo ela, teria extrapolado os limites do convívio institucional. Para mais informações sobre o cenário político estadual, acompanhe as últimas notícias em nossa categoria dedicada ao tema.
Fonte: rdnews.com.br